Caiu a ficha estes dias sobre essa semelhança.

As idéias estão realmente muito bem encadeadas na minha cabeça, mas quando elas têm de ir para o papel, aí é outra história. Dificuldade que acho que a maioria das pessoas que trabalha com pesquisa tem. Fazer até faz, mas escrever.

E é dessa dificuldade que vem surgindo admiração por pessoas que conseguem ser claras em seus textos. A comunicação já pode ser complicada quando estamos frente a uma pessoa, gesticulando e alterando nossa feição e tom de voz. Imagina em um texto?

A primeira reflexão vai sair em breve, e aproveito este post para estabelecer uma meta: vou escrever toda semana. Pensei primeiramente na sexta feira.

Acredito que, quando criamos metas e nos comprometemos a cumpri-las, invariavelmente criamos disciplina.

Voltando ao título, vou utilizar a mesma estratégia que utilizei no mestrado: ESCREVER! Lembro de um dia em que voltei muito puto de uma feira de negócios e já estava de saco cheio de rever sempre o texto em minha cabeça e nunca sair do lugar. Passei em um mercado, comprei lanches, fui direto pra universidade e virei a madrugada lá escrevendo.

É claro que não ficou bom, mas eu tive ao menos algo para mexer. Às vezes, o nível de cobrança é muito alto e as interações antes de escrever uma linha podem ser infinitas. Entreguei tudo ao meu orientador seis da manhã e, a partir deste dia, foram mais seis meses de trabalho árduo até a defesa. Me pergunto o seguinte: se não tivesse começado do jeito que comecei, será que seriam apenas seis meses?

Fica aqui uma frase que tem em um livro que estou lendo (Produtividade pra quem quer tempo – Gerônimo Thelm): “Progresso é melhor que perfeição”.

Então faça, comece, e deixe os resultados pro futuro. Muitas vezes, várias travas inconscientes nos paralisam no presente. Mas isso é assunto para um outro post.

Bom, tá aí! Acabou de nascer meu segundo post! Semana que vem tem mais.

#feitoémelhorqueperfeito

 

 

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